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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Imóvel recebido por herança e ganho de capital

opopular.lugarcerto.com.br



A tributação dos imóveis recebidos em herança para fins de imposto de renda, sempre causa dúvidas.
A sucessão hereditária ocorre no instante da morte do “de cujus” (falecido). Com a abertura da sucessão os herdeiros, legítimos ou testamentários, passam a ser proprietários e possuidores dos bens que integram o acervo hereditário, sem necessidade de realizar qualquer ato.  Pelo processo de inventário judicial ou por escritura pública extrajudicial, se apuram os bens deixados, para fins de partilha entre os sucessores.
Ao término do inventário, deve ser preenchida a Declaração de Bens e Direitos da Declaração Final de Espólio na qual será informada, em relação a cada bem ou direito, a parcela que corresponder a cada beneficiário, identificado por nome e número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
No item “Situação na Data da Partilha”, os bens ou direitos devem ser informados pelo valor, constante na última declaração apresentada pelo de cujus, atualizado até 31/12/1995, ou pelo valor de aquisição, se adquiridos após essa data. No item “valor de transferência”, deve ser informado o valor pelo qual o imóvel, ou cada parte deste, será incluído na declaração de bens e direitos do respectivo beneficiário.
A transferência dos bens e direitos pode ser efetuada: (i) pelo valor constante da última declaração de bens e direitos apresentada pelo de cujus ou (ii) por valor superior à última declaração do de cujus.  A opção por qualquer dos critérios de avaliação mencionados deverá ser informada na Declaração final de espólio, sendo vedada a sua retificação.
No caso de transferência pelo valor constante na última declaração de bens do de cujus, não há ganho de capital a ser apurado. Por outro lado, estão sujeitas à apuração do ganho de capital as operações que importem transferência quando for efetuada por valor superior à declaração do falecido.
Para lembrar a alíquota incidente sobre o ganho de capital até 2015 é de 15%. A partir de 2016, incidirão as seguintes alíquotas sobre o ganho de capital:
– 15% sobre a parcela dos ganhos que não ultrapassar R$ 1.000.000,00;
– 20% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 1.000.000,00 e não ultrapassar R$ 5.000.000,00;
– 25% sobre a parcela dos ganhos que exceder R$ 5.000.000,00 e não ultrapassar R$ 20.000.000,00 ; e
– 30% sobre a parcela dos ganhos que ultrapassar R$ 20.000.000,00.
Como a opção é informada na Declaração Final de Espólio, o imposto de renda, se devido, deverá ser pago pelo inventariante até 30 (trinta) dias do trânsito em julgado da decisão judicial da partilha, sobrepartilha ou adjudicação ou lavratura da escritura pública.
De se salientar que em algumas hipóteses é mais vantajoso transferir o imóvel para o herdeiro pelo valor de mercado e não pelo da última declaração do de cujus.
E isto porque, se o imóvel tiver sido adquirido pelo falecido há muito tempo, o espólio poderá usufruir dos benefícios do fator redutor previsto no artigo 18 da Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988, e diminuir ou mesmo ficar isento da tributação do imposto de renda.
Há o inconveniente de ter que antecipar em algumas hipóteses o imposto, mas quando o herdeiro for vender o imóvel recebido em herança, pagará o imposto somente sobre o ganho de capital acima deste valor atualizado a mercado no momento do inventário. Dependendo da situação, mesmo se for necessário adiantar o imposto, ainda poderá ser bem vantajoso, principalmente nas hipóteses em que existe interesse na alienação imediata do bem imóvel pelo herdeiro. De fato, ainda que se apure um ganho de capital, o imposto de renda pode diminuir muito com a aplicação da tabela redutora. Por exemplo, no caso do ano de aquisição ter sido até 1969, o percentual de redução de 100%.
Segue a tabela de redução do ganho de capital no caso de imóveis adquiridos até 31.12.1988

Ano de Aquisição
Percentual de Redução
Ano de Aquisição
Percentual de Redução
1969
100%
1979
50%
1970
95%
1980
45%
1971
90%
1981
40%
1972
85%
1982
35%
1973
80%
1983
30%
1974
75%
1984
25%
1975
70%
1985
20%
1976
65%
1986
15%
1977
60%
1987
10%
1978
55%
1988
5%


Fonte: tributarionosbastidores

REDUZA A CARGA TRIBUTÁRIA DE SUAS EMPRESAS

Exemplos simples e eficazes para reduzir carga tributária com a criação de nova empresa

3d man pulling the dollar symbol
Primeiro exemplo: Uma empresa que tenha duas atividades distintas, uma com uma margem de lucro baixa, por exemplo, atividade de industrialização, e outra com uma margem de lucro mais alta, como manutenção. Nesse caso, pode ser  interessante segregar a área industrial, que optaria pelo lucro real, que é vantajoso para segmentos com lucratividade baixa, da área de manutenção, que optaria pelo presumido, regime melhor para empresas mais lucrativas. Isto resultaria numa carga tributária menor.
Segundo exemplo: Uma empresa que adota  lucro presumido e está próxima de estourar o limite de receita bruta anual de R$ 78.000.000. Nesse caso é possível separar uma empresa em duas ou mais, desde que tenham atividades diferentes.
Terceiro exemplo: Uma empresa adota o lucro real e cria outra empresa (pela simples abertura, por cisão, etc), com atividade diferente e a contrata para prestar serviços. Isto pode ser dar com a terceirização da frota, de serviços de contabilidade, jurídico, informática, dentre outros. Com isso, se transfere parte da receita para as novas empresas que podem adotar o lucro presumido e criar despesas dedutíveis na empresa originária.
Para que estas operações sejam aceitáveis é necessário que não exista simulação, mas real modificação na estrutura econômica da empresa, ou seja, a alteração ocorrida deve ser efetiva e real.
Fonte:https://tributarionosbastidores

terça-feira, 4 de agosto de 2015

BRASIL NÃO TEM PODER PARA IMPEDIR EXISTÊNCIA DO SINDJA

A EXISTÊNCIA DO SINDJA É CASO DE REPRESENTAÇÃO CONTRA O GOVERNO DO BRASIL NA OIT , NA CORTE INTERNACIONAL  PORQUE A COBRANÇA DE PROPINA, É UM ACINTE A TUDO QUANTO O MUNDO CONHECE E O PRÓPRIO STF TEM COMO VÁLIDO EM REALAÇÃO A SINDICATOS.
LAMENTAVELMENTE, O BRASIL PTralha, PSEUDO SOCIALISTA, SEGUIDOR DE FÓRMULAS POPULISTAS INIDÔNEAS E UTÓPICAS,JÁ COMPROVADAMENTE FADADAS AO FRACASSO COMO A HISTÓRIA MOSTRA, COBROU PROPINA (PITCHULECO) PARA ENTREGAR O REGISTRO DO SINDJA, REALIZOU MANOBRAS DE LOBBIES DENTRO DO JUDICIÁRIO TENDO, INCLUSIVE, TRANSFERIDO NOSSO PROCESSO DA JUSTIÇA FEDERAL PARA A JUSTIÇA DO TRABALHO QUE CHAMAM DE “JUSTIÇA OBREIRA”, UM ACINTE AO CAPITAL,AO INVESTIMENTO, À LIVRE INICIATIVA, ÀS VERDADEIRAS LIBERDADE E DEMOCRACIA, ONDE FIZERAM UM JULGAMENTO E EM SEGUIDA DESFIZERAM E ALGUM DOUTO MAGISTRADO “PEDIU VISTAS”, MUDANDO O RUMO DO LÓGICO  E O NOSSO ADVOGADO, CALOU-SE!
NADA SABEMOS SOBRE OS ATOS PRATICADOS POR NOSSO ADVOGADO NO PROCESSO, ESPERAMOS O MELHOR MOMENTO PARA COBRARMOS QUEM NOS DEVE SATISFAÇÕES. BREVE IREMOS À CORTE INTERNACIONAL E À OIT !
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

CORTE DE ARBITRAGEM TAMBÉM NO ESPORTE





CORTE DE ARBITRAGEM TAMBÉM NO ESPORTE

Diferentemente da situação do Brasil, onde há “Tribunal Desportivo” ou Justiça Desportiva” e tudo no âmbito do poder judiciário, do poder público, na maioria dos países isso é coisa do passado e até no Marrocos, país islâmico, mas com a característica de ser uma monarquia bastante ocidentalizada por haver sido colonizado por franceses e manter laços muito estreitos com a Europa, muitos de seus conflitos, em várias áreas, são resolvidos extrajudicialmente em Corte Arbitral, como comenta a notícia que circulou nas redes sociais por grandes sites do mundo e aqui a transcrevemos aos nossos visitantes.
Arbitragem só não funciona onde as pessoas têm a mente voltada para o “oficialismo” e para a estatização de tudo engessando a própria vida.
Leia à seguir:

 
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