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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ARBITRAGEM SÓ NÃO CONTENTA QUEM NÃO A CONHECE E NÃO TEM PREPARO


Abaixo transcrevemos post de blog destinado a polemizar e depurar a arbitragem no Brasil, deixando claro que, a posição do SINDJA é bastante semelhante as defendidas por esse blog, haja vista o conteúdo de nosso estatuto social e do regimento interno que dispõem sobre muitos aspectos que selecionam bastante os pretendentes a receberem, meramente, ”carteiras de juiz”.
A nossa luta enquanto entidade arbitral mas congregadora de valores profissionais é grande, iniciou em 2003 e ainda vai longe!
Nós não buscamos reconhecimento como “profissão” como imaginam alguns temerosos da concorrência, mas somos, sim, categoria econômica e ativa e há muitos de nós, ganhando a vida, muito dinheiro, com Conciliação e sentença homologatória e Arbitragem com sentença decisória condenatória.
Urge que os “intelectuais” pensem melhor e saibam que, hoje, há ministros de tribunais superiores que integravam ( seus escritórios continuam) a categoria economicamente ativa, dos árbitros previstos na lei 9.307/96 que, para diferenciar-nos dos árbitros de futebol, esbarramos na vaidade e ignorância dos “doutos“ bacharéis em direito e alguns magistrados zelosos que, em nada contribuem para fazerem a máquina do judiciário atender quem lhes paga, o contribuinte, o cliente. Ainda há muito o que aprenderem!
Sempre lembramos que, a expressão “juízes Arbitrais” não foi de nossa autoria mas, da verdadeiramente douta ministra Fátima Nancy Andrighi e isto consta dos anais do seu tribunal!
Debates doutrinários a parte, vamos ao artigo do bLEX.
Vamos apreciar a sentença que produziu orgulho no Dr.Daniel Nogueira, fundador do bLEX e que foi utilizada para  punir aqueles que nós achamos que devem, de fato, ser punidos.
A posição do SINDJA é clara: Analfabeto não pode ser árbitro, nem de futebol!

                  Leia abaixo.
   

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