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sábado, 28 de setembro de 2013

ARBITRAGEM: Sua história,minha história,a verdade!



Há um post aqui no blog ( SINDJA ALERTA)  que recebeu comentário de um internauta erudito, dizendo que o árbitro não é juiz mas apenas está no processo e ali finalizado encerra-se a sua função.Pede que seja publicado seu comentário, o que não fazemos porque o entendimento dos opositores não interessa em nada.
A esse, instruimos para que leia o arrtigo 17 da Lei 9.307/96 e saiba que em decorrência das funções exercidas e em virtude da própria lei de arbitragem vincular as partes por si, seus herdeiros e sucessores, trata-se de uma lei repleta de filigranas do direito, principalmente no que toca a hermenêutica e não é, de fato, para qualquer palpiteiro juramentado fazer carreira nos sites ou blogs que se destinam a tratar arbitragem como um grande e sério negócio, e não como alguns desejariam que fosse tratado.
Comentários eivados de ódio, de insegurança, imaturidade,inveja,nunca são publicados.
deixamos, portanto, o esclarecimento.
O árbitro é sim juiz de fato e de direito e fica com o que alguns chamam de "karma",o ônus de suas decisões e isso não pode deixá-lo completamente desamparado, sem qualquer proteção, como desejariam alguns que imaginam o fato de passar quatro ou cinco anos frequentando corredores de  uma faculdade em curso de direito,fazendo hora no carrinho de cahcorro-quente do estacionamento,confeccionando monografias via terceiros,lhe conefere algum direito para falar sobre arbitragem e muito menos para opinar sobre o que sequer conhece.
O SINDJA defende com todas as forças e meios de que dispõe, que árbitros são juizes de fato e de direito e que seguem profissionais da área,uma vez que daí, habitualmente exercendo as atividades,tirem seu sustento.Formam categoria econômica e mesmo profissional como a exemplo de jornalistas e terapeutas,que tem seus sindicatos mas não 'conselho federal e regionais".
É concordar ou apenas sofrer. Esta é a opinião do SINDJABRASL e que está para ser totalmente ratificada pelos novos contornos que estará recebendo a lei de arbitragem que, pelo discurso do senhor ministro Luiz Salomão sobre o encaminhamento dos trabalhos da Comissão que relaiza os estudos,levará a arbitragem a patamares insuportáveis para os que vivem desejando o Estado tutelando a tudo e todos.
A sugestão do SINDJABRASIL é que os menos avisados passem a estudar e se modernizzem, se reciclem!

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