SIGA POR E-MAIL

domingo, 14 de julho de 2013

QUERER PARECER ÓRGÃO PÚBLICO DÁ NISSO




Wagner Moreira, ao lado do retrato de Dilma na parede: apesar da aparência, nenhum vínculo com o poder público (Bruno Peres/CB/D.A Press)

WAGNER MOREIRA,ao lado de foto oficial de Dilma Roussef:Apesar da 'aparência',nenhum vínculo com poder público




Acima a foto do fato e abaixo as palavras que descrevem o fato,coisa extremamente combatida pelo SINDJA e que levou o SINDJA a ser a instituição arbitral mais odiada pelos que se dizem juízes arbitrais e fazem da arbitragem uma empresa de cobrança ou um antro de " expedição de diplomas de juiz arbitral e carteiras de juíz federal", o que levou o SINDJA a retrair-se e manter-se,apenas com seus quadros como prevê seu estatuto e seu regimento interno.
São pessoas envolvidas em casos como esse que saem denunciando o SINDJA por um lado. Pelo outro lado, são os 'lobbies' das instituições mantidas por 'cardeais' da arbitragem e que perderam a estação deixando o trem passar, ao deixarem de fundar um sindicato que pudesse congregar e,acima de tudo, selecionar, o tipo de mentes que estariam envolvidas nesse setor tão importante na vida cotidiana das pessoas.
A matéria é do jornal Correio Braziliense deste domingo e nos foi passada durante a madrugada, assim como uma mensagem por SMS para que o SINDJA soubesse em primeira mão.Aí está,abaixo e  entre aspas, para sua apreciação. Leia !

"Wagner Moreira, ao lado do retrato de Dilma na parede: apesar da aparência, nenhum vínculo com o poder público

Empresa usa nome do Mercosul para vender serviço de arbitragem de conflitos Companhia fica no Entorno do Distrito Federal. Uma lei de 1996 prevê que duas partes podem pedir a um árbitro que resolva disputas, abrindo mão de recorrer ao Judiciário

Paulo Silva Pinto
Publicação: 14/07/2013 08:13 Atualização:



Quem acha que a falta de instituições fortes atrapalha o Mercado Comum do Sul pode até, erroneamente, se animar com um passeio a Santo Antônio do Descoberto. Em uma das ruas da cidade goiana no Entorno do Distrito Federal, topa-se com uma placa gigante em frente a uma construção de aspecto residencial, com jardim e cadeiras antigas de varanda: “Câmara de Justiça Arbitral e Mediação do Mercosul”. Na linha de baixo, mais detalhes: “1ª Câmara de Mediação e Arbitragem, 1ª região, Goiás”.

Imagina-se logo um organismo plurinacional. Mas o termo “1ª região” sugere um órgão do Poder Judiciário. Já o endereço eletrônico faz supor que se trata de uma entidade sem fins lucrativos: www.tjamme.org.

Depois de a reportagem do Correio se anunciar pelo interfone, o portão é destravado. No hall de entrada, uma recepcionista atrás do balcão espera os visitantes. Na parede oposta, um retrato oficial da presidente Dilma Rousseff remete novamente à presença do Estado. Ao lado dele, outra foto, de tamanho e aspecto semelhantes, mostra um homem desconhecido. Mas o mistério se desfaz quando a porta ao lado da recepção é aberta e ele aparece, atrás de uma mesa, com um sorriso largo. É Wagner Moreira, 48 anos, estudante de direito, e responsável pela Câmara. "




http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/economia/2013/07/14/internas_economia,376927/empresa-usa-nome-do-mercosul-para-vender-servico-de-arbitragem-de-conflitos.shtml

Nenhum comentário:

Postar um comentário