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sábado, 1 de dezembro de 2012

ARBITRAGEM BRASILEIRA

Há anos que o SINDJA vem propondo o que hoje se vê publicado sob os auspícios da AMCHAM-Câmara de Comercio Esatdos Unidos-Brasil e defendido pelos que circulam nos maios empresariais de grande porte,principalmente em São Paulo.
Lamentavelmente alguns setores extremistas resolveram  atacar o SINDJA e outros a transformarem a arbitragem em um negócio barato, estelionatário e sem propósito.
É com grande júbilo que SINDJABRASIL reproduz a matéria corroborante com suas diretrizes e ideais.
Não escrevemos mais para não estarmos ministrando graciosamente o conhecimento àqueles que nos detratam.Limitar-nos-emos a reproduzir a boa notícia,mesmo sabendo que poucos assim a entederão e se beneficiarão da oportunidade com dignidade.
Acompanhe o texto abaixo e veja: O SINDJA sempre falou a verdade e o que é viável!

A Matéria:


CONSIDERADA EFICIENTE E ACESSÍVEL
Desafio da arbitragem brasileira é se tornar conhecida no mundo

Considerada por especialistas, eficiente, ágil, a arbitragem brasileira está no mesmo nível da existente nos Estados Unidos e na França, centros globais de solução de conflitos corporativos. O país tem ainda a vantagem de ser mais acessível financeiramente. As informações são Amcham (Câmara de Comércio Americana).
A arbitragem no Brasil foi um dos temas do congresso ‘Opções para solução alternativa de disputas internacionais no cenário atual de transações comerciais globais’, realizado nesta quinta-feira (29/11) pela Amcham de São Paulo em parceria com o ICDR (International Centre for Dispute Resolution), divisão internacional da Associação Americana de Arbitragem.
Para o presidente do Centro de Arbitragem da Amcham e conselheiro da entidade, Roberto Pasqualin, se as multinacionais optassem pelo Brasil como foro preferencial, sempre que necessitarem de soluções rápidas para as disputas jurídicas e societárias com companhias internacionais, as câmaras arbitrais nacionais se disseminariam pelo mundo.
“Grandes empresas brasileiras têm atuação internacional, e lá fora a cultura de arbitragem é antiga. Esperamos que elas passem a privilegiar mais, em seus contratos, as instituições arbitrais brasileiras do que as internacionais”, disse Roberto Pasqualin, presidente do Centro de Arbitragem da Amcham e conselheiro da entidade.
“Como o Brasil tem sido objeto de investimentos internacionais, a arbitragem tem sido objeto frequente da negociação empresarial”, explica Pasqualin.
As câmaras de arbitragem cresceram 30% em média nos últimos cinco anos no Brasil. “A perspectiva é de que esse ritmo continue nos próximos cinco anos e que a arbitragem se torne o foro principal para litígios empresariais complexos e de alto valor”, avaliou o advogado Joaquim de Paiva Muniz, sócio do escritório Trench, Rossi e Watanabe Advogados.
A demanda aquecida por serviços de intermediação de conflitos entre empresas tem profissionalizado as instituições que prestam esse atendimento e preparando-se para receber solicitações internacionais, segundo Muniz.
“Cada vez mais se pensa: porque fazer arbitragem em um centro caro, quando se pode fazer no Brasil, que é mais barato e oferece a mesma qualidade? Os centros brasileiros estão indo muito bem, se equipando. Isso é comprovado por clientes recorrentes, que gostam e submetem os casos aqui”, afirmou o advogado.

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