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terça-feira, 19 de junho de 2012

INIMIGO Nº 1 DO SINDJA E DA ARBITRAGEM


NA FOTO VOCÊ VÊ O ALOPRADO OSVALDO MARTINEZ BARGAS,INIMIGO PÚBLICO NUMERO 1 DO SINDJA.
ESSE CIDADÃO COBROU R$ 1 MILHÃO PARA LIBERAR O REGISTRO DO SINDJA NO MINISTÉRIO DO TRABALHO.
PIOR DO QUE ELE COBRAR É PERMANECER O STATUS DE QUE , MESMO TENDO GANHO NA JUSTIÇA O SINDJA NÃO TEVE SEU REGISTRO PUBLICADO.
ATÉ HOJE O REGISTRO DO SINDJA NÃO FOI PUBLICADO E AINDA  VALE OSVALDO MARTINEZ BARGAS ESFREGANDO OS DEDOS POLEGAR AO INDICADOR E DIZENDO: “ Se Vocês me Convencerem, voltando aqui 1 Milhão de Vezes, Ai esse registro sai”.
HOJE OSVALDO BARGAS JÁ ESTÁ DEVIDAMENTE PROCESSADO POR SUPOSTOS CRIMES DE FALSIDADE DOCUMENTAL E IDEOLÓGICA E OUTRAS COISAS MAIS, NO CASO CHAMDO DE “OS ALOPRADOS”.
O SINDJA ESPERA QUE AINDA HAJA ALGUEM COM VERGONHA NA CARA E SEJA DESCENTE O BASTANTE PARA ACIONAR ESSE MIINISTÈRIO DO TRABALHO E FAZER CUMPRIR A SENTENÇA JUDICIAL QUE MANDA O TEM PUBLICAR O REGISTRO E EMITIR A GUIA SINDICAL ON-LINE.



TEORIA E PRÁTICA DOS ALOPRADOS DO PT EM 13 LIÇÕES 
Na foto o Aloprado Osvaldo Martinez Bargas.O Lula ao fundo.No gabinete dele no MTE havia foto da esposa ao lado do Lula sentado que tinha filha do casal Bargas sobre a perna.Forma de INTIMIDAR quem lá ia.Tudo devidamente assessorado pela "Paulinha"-Ana Paula Cerca.


Está no YouTube um trecho do depoimento da empresária Silvia Pfeiffer à CPI do Apagão Aéreo, onde ela revela o esquema de propina que imperava nos tempos em que Carlos Wilson, atual deputado federal pelo PT de Pernambuco, era o presidente da Infraero. Sócia da empresa Aeromídia, Sílvia revela que, numa festa oferecida em Brasília por Walter Sâmara (dono de cartório em Ponta Grossa, compadre de Lula e amigo de muitos anos de Marisa Letícia) a Mônica Zerbinato Bargas, secretária do presidente, lhe foi oferecido um esquema segundo o qual ela obteria qualquer coisa na Infraero, desde que repassasse 10% para o PT, via a homenageada. Estaria lá também Bruno Reis, chefe de gabinete da Infraero. Mônica está afastada do Planalto e é casada com Osvaldo Bargas (foto), alvo de outras denúncias de corrupção, ex-secretário do Ministério do Trabalho e ex-presidente do PT de Santo André. Quem quiser ouvir é só clicar http//www.youtube.com/v/x-gLHuejJdw.


Aloprado 2

Fustigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público desde a eclosão do escândalo do dossiê dos Aloprados, o ex-petista Osvaldo Bargas tem contra si uma nova e ainda mais cabeluda denúncia. À frente da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, onde atuou do início do governo Lula até agosto de 2006, ele teria cobrado pedágio de sindicatos novatos que iam lhe pedir o registro necessário para funcionar legalmente. Há indícios de um grande esquema de corrupção envolvendo sindicatos e o governo federal. Durante sua gestão, foram expedidas mais de 2 mil novos registros sindicais. O MTE estima a existência de 18 mil sindicatos em todo o País.

Aloprado 3

A acusação mais detalhada parte do presidente do Sindicato dos Captadores, Promotores e Vendedores de Plano de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Sinvepplas), Luciano Ramos Ribeiro. Em entrevista exclusiva ao Correio Brasiliense, ele contou ter prestado depoimento formal na Assessoria de Pesquisa Estratégica do Ministério do Trabalho no dia 17 de outubro de 2006. Lá, como na conversa com a reportagem, disse com todas as letras: “Paguei propina a Osvaldo Bargas”.

Aloprado 4

O caso data de março de 2004. Ribeiro chegou a Brasília vindo do Rio de Janeiro entre os dias 9 e 12, não lembra exatamente. Reuniu-se com Bargas e ouviu dele o pedido de R$ 40 mil para resolver uma pendência sobre o registro do sindicato do qual Ribeiro compunha a diretoria na época – o Sindicato das Empresas de Captações, Promoções e Venda de Plano de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (Secpplas).

Aloprado 5

Conforme o relato, somente metade da bolada foi levantada, ou seja, R$ 20 mil, pelo então presidente do Secpplas, João Carmo da Silveira. Ele teria mandado entregar a pequena fortuna, juntada em maços de notas de R$ 50, “num pacote do tamanho de uma caixa de chocolate”, a Luciano Ribeiro na frente do prédio do Ministério do Trabalho. Ribeiro, então, diz ter subido ao gabinete onde Bargas despachava, no quarto andar, e posto a encomenda sobre a mesa. Ao examinar o conteúdo, a autoridade teria se espantado a ponto de exclamar, antes de guardá-la: “Não é assim”.

Aloprado 6

O caso do Secpplas seguiu a antiga metodologia dos burocratas corruptos, de criar dificuldades para vender facilidades. O sindicato havia pedido o registro no dia 28 de maio de 2003, quase cinco meses depois da posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas não o obteve de pronto porque enfrentou um pedido de impugnação. Trata-se de algo comum no meio sindical, geralmente referente a disputas internas nas categorias. O trâmite normal é a apresentação de defesa por escrito por parte do impugnado. Essa defesa é examinada pelo próprio Ministério do Trabalho.

Aloprado 7

Neste caso, o processo arrastou-se por quase um ano. Até que, em meados de março de 2004, houve o episódio do pacote do tamanho de uma caixa de chocolate. A coisa ganhou velocidade incomum. A defesa contra a impugnação foi apensada ao processo em 10 de março. No mesmo dia, seguiu à Secretaria de Relações do Trabalho, passou pela Divisão de Análise e Norma, dali foi à Coordenação-geral de Registros Sindicais e, em 24 horas, estava de volta ao secretário de Relações do Trabalho. Nove dias depois, o registro saiu. Todo o trâmite está no processo 46000.007413/2003-77 do Ministério do Trabalho.

Aloprado 8

O caso já seria gravíssimo só pelo fato de envolver Osvaldo Bargas. Ele nunca foi um petista comum, até ser expulso do partido depois do escândalo do dossiê. Bargas integrou a direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC nos anos 80, junto com Lula. Juntos, fundaram o PT. Juntos, participaram da criação da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Os dois tornaram-se íntimos. A ponto de Lula ter recrutado para sua secretária particular, há mais de dez anos, a mulher de Bargas, Mônica Zerbinato. Além disso, Bargas foi secretário geral da CUT na gestão de Jair Meneguelli, que sucedeu Lula na presidência da central. No movimento sindical, manteve seus laços com Lula e reforçou sua relação com Ricardo Berzoini – ex-presidente do PT –, oriundo do sindicato dos bancários.

Aloprado 9

No início do governo petista, Bargas entrou no Ministério do Trabalho, junto com o então ministro Jaques Wagner, na função de secretário de Relações do Trabalho e coordenador da reforma sindical, uma das principais bandeiras da campanha de Lula e que acabou morrendo de inanição, no rescaldo da crise do mensalão. Houve duas trocas de ministro, mas Bargas, homem da cota pessoal do presidente, se manteve no Ministério do Trabalho. Em 14 de fevereiro de 2006, ele deixou a secretaria de Relações do Trabalho para assumir a chefia do gabinete do atual ministro da pasta, o também “cutista” Luiz Marinho.

Aloprado 10

Pois foi com todo esse pedigree petista de Bargas que Luciano Ramos Ribeiro topou novamente, ao sair do Secpplas para fundar o Sinvepplas. Para tanto, cumpriu o ritos burocráticos necessários e voltou ao Ministério do Trabalho em 1º de junho de 2004. Protocolou o pedido de registro sindical, mas deparou-se novamente com pedidos de impugnação. Ribeiro preparou sua defesa e a mandou ao ministério. A papelada, diz ele, sumiu. Ao mesmo tempo, de acordo com o sindicalista, dois sindicatos que haviam pedido a impugnação do Sinvepplas procuraram-no exigindo R$ 50 mil cada para retirar o obstáculo. Ele teria informado do achaque para o atual secretário de Relações do Trabalho, Mário Barbosa, sucessor de Bargas. E afirma ter recebido deste uma resposta desconcertante: “Isso é praxe no mercado”.

Aloprado 11

Como se negou a pagar aos sindicatos rivais, o Sinvepplas enfrentou duas semanas de silêncio absoluto por parte do ministério. Foi quando protocolou um pedido de reconsideração da impugnação. Porém, em vez de uma resposta formal, Ribeiro recebeu um telefonema de alguém que se identificou como preposto dos sindicatos rivais. Esta pessoa teria lhe dito que de nada adiantava o pedido de reconsideração. E deu detalhes: “Ele foi passado por fax”. Neste ponto, a história sai do disse-me-disse sindical. Indignado, Luciano enviou e-mails e disparou telefonemas ao gabinete de Mário Barbosa. Conseguiu apenas ser recebido por Ana Paula Cerca, sua chefe de gabinete. Dela, diz ter ouvido a sugestão: Faça o mesmo acordo que fez em 2004. Ele não fez. O pedido de registro foi ao congelador.

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