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quinta-feira, 28 de junho de 2012

QUANDO SÃO PRESOS,AI CORREM PARA O SINDJA

Com o titulo "Polícia Civil prende estelionatário que se passava por sobrinho de Sílvio Santos",você poderá ler a matéria que envolve o cidadão Leandro Roberto Canicer de Moraes, a qual foi publicada em jornal de São Luis/Maranhão,cujo link disponível está ao final deste post para que vocÊ leia e veja se tem cabimento uma pessoa sair sujando o nome da arbitragem como fez esse cidadão e, depois de estar encalacrado, ai tentar pedir socorro ao SINDJA.
 Na foto o Sr. Leandro Roberto Canicer de Moares,vulgo Yaacov Abravanel

Todas a prisões que ja ocorreram no Brasil e em países do Mercosul e Portugal envolvendo juizes arbitrais brasileiros, nenhum era ou foi associado ou cadastrado junto  ao SINDJA,nenhum fez o curso de capacitação em conciliação e arbitragem com o SINDJA,que é a única instituição que transmite a verdade, a realidade do que é arbitragem aos participantes.
Muitas organizações espúrias que fundaram em todo o Brasil saem vendendo carteira de juiz arbitral com brasão da república,traja verde e amarela e outras papagaiadas mais e assim vão "diplomando" pessoas que sequer sabem escrever seus próprios nomes;ou fazem um garrancho e chamam de asssinatura ou simplesmente desenham seus nomes, mas se dizem juizes aarbitrais.
Ora, falar feito um papagaio, ter boa memória para memorizar palavras, nomes, textos, pricipalmente os textos Bíblicos e ter uma oratória verborragica,não é garabtia de que alguem pode ou tem condições e a capacidade prevista no artigo 13 da Lei 9.307/96.
A Capacidade ali exigida é bem mais que a simples capaacidade civil exigida no artigo 1º da nossa excelente lei de arbitragem,  a qual vem sendo agredida e vilipendiada por maaus elementos como os que causam escândalos envolvendo arbitragtem e assim manchando a instituição como um todo e prejudicando os que trabalham com afinco e seriedade, tirando seus sutento das aatividades previstas na Lei 9.307/96, Conciliação e Arbitragem, Solução Extrajudicial de Conflitos Patrimoniais.
A primeira coisa que o SINDJA ensina é que existe uma equidistância entre o Estado e a Arbitragem e que não somos atividade pública e sim privada com símbolos e caracterísitcas muito próprias, com "Munus Público", mas que nos permite cobrarmos por nossos serviços,o que, se feito por um funcionário público, é crime!
Assim, não depedndemos do Estado para nada emquamto desenvolvemos nossa atividade.
Lamentavelmente há uma minoria, de mente obscura,que busca "segurança" e "oficialidade" em brasões privativos  da república, apaniguamento sob as hostes de delegados de polícia ou de magistrados aposentados e outras artimanhas maais que suportem seus infundados temores calcados exatamente na falta da capacidade arguida pelo artigo 13 da Lei 9.307/96.
Agora, depois que são presos, depois que nunca quiseram ouvir e seguir as regras emanadas do SINDJA,acham que pagar contribuição ao SINDJA "é caro" e fazem sempre perguntas sobre quais as "vantagens" oferecidas pelo SINDJA,ai com o caldo entornado correm para quererem abrigar-se no que é a única instituição totalmente legal para abrigar juizes arbitrais e conciliadores de mente sã neste país.
Óbviamente o SINDJA,definitivamente, não é pronto socorro de infratores mal comportados e qque praticam o que ja foi patenteado como "picarbitragem".
Leia no link abaixo mais uma história sobre um não capaz, mas portador de uma "carteira de juiz" e seu fim de carreira atrás das grades e com o nome sujo na internet para todo o sempre ou Ad-Perpetuum.
Link:http://www.oimparcial.com.br/app/noticia/urbano/2012/06/27/interna_urbano,117979/policia-civil-prende-estelionatario-que-se-passava-por-sobrinho-de-silvio-santos.shtml

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