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segunda-feira, 23 de abril de 2012

COMBATE À PICARBITRAGEM

Acima uma das carteiras de "juiz" que ridicularizam os Juizes Arbitrais

Diariamente o SINDJA recebe dezenas de mensagens  de pessoas propondo associarem-se ao sindicato, que luta pela preservação da arbitragem tal quel determina a Lei 9.307/96 e não submetida aos caprichos burocráticos mordazes do poder do Estado.

Entretanto, o que se vê por ai, são mais pessoas, inclusive muitos advogados ou meramente bacharéis em direito,criando associações,instituições arbitrais com denominações esquisitas e mercadeando os cursos de capacitação em arbitragem.tudo sem o menso escrúpulo.
Depois, os mesmos, após terem suas assciações amissoras de "carteiras de juiz " ja bastante danificadas em razão de suas próprias ações nefastas buscando apenas ganharem dinheiro, iludindo pessoas que sequer sabem escrever, dizendo-hes "você pode ser  juiz(a)", ai tentam abrigar-se sob as hostes do SINDJA. Muitos tentam isto em grupo de 10,12 13 pessoas de uma so vez.
Muitos tentam conferir mais "oficialidade" ás suas instituições arbitrais que na verdade não arbitram nada e so fazem iludir pessoas vendendo "diplomas e carteiras de juiz".
Em razão da ação dos Ministérios Públicos, federal e etaduais, muitas das antigas instituições espúrias fecharam suas portas porque foram achadas com documentação que se utilizava do Brasão da República em seus papeis internos,mormente nas tais "carteiras de juiz".
Outras associações vão surgindo e com elas os problemas.Muitas pessoas têm seus nomes atrelados a problemas com diversas instituições de ensino.
Há  alguns meses o SINDJA recebeu mensagens com propostas de algumas pessoas que pensam poder adentrar ao SINDJA sem cumprirem o que determina o Estatuto Social e o Regimento Interno. Ontem as investidas do memso grupo reapareceram.
Ao pesquisar que são as pessoas o SINDJA encontra algumas que deveriam estar gozando de ilibada reputação,mas não. Pelo contrário, encontram-se até avisos  de instituiçõesde ensino e de empresas comerciais alertando que senhor tal ou doutira tal não têm negócios e não assinam pela empresa,etc,etc. Enfim: Aviso  de que a pessoa não age corretamente!
Diante disto, diariamente há decepções no seio da diretoria do SINDJA.
A maioria das ações nefastas que escandalizam a arbitragem ocorrem no Centroeste do país e alguns dos seus artifices fazem muitas incursões ao interior do norte do Brasil onde vendem diplomas e carteiras de juiz e , muitas vezes,o que é pior, o fazem em o nome de Jesus Cristo!
O SINDJA está alerta a esse tipo de investida e não cederá facilmente.
A diretoria aproveita o ensejo deste comentário para comunicar que está em fase de trasnferência da sede do SINDJA para o Sudeste do Brasil onde instituições arbitrais funcionam com devem funcionar e não apenas como instrumentos para que alguns ganhem dinheiro iludindo pessoas, induzindo-as de que tornar-se-ão autoridades após receberem uma "carteira de juiz".
Aos que exercem a arbitragem empresarialmente,dedicam-se a laborar com arbitragem e desejam permanecer trabalhando, mais uma vez o SINDJA alerta para que deixem a mania de quererem parecer "oficiais", parecer "orgão público", parecer "autoridade", porque essa busca insana por esse tipo de  status é que desacredita a arbitragem e  os bons  profissionais que são juizes arbitrais e conciliadores de fato e ganham a vida com esse trabalho.
Alertamos tambem para que estejam atentos e parem de ferir a Lei 9.307/96 porque ela por si própria , em seu artigo 17, lhe concede o tão almejado  status com autoridade,desde que voce exerça arbitragem diariamente.
O SINDJA passa atualmente por uma ampla reforma depois que houve a renovação necessária das forças que dirigem o SINDJA e agora buscamos a continuidade na luta que foi iniciada em 13 de Junho de 2003.
Comnicamos aos interessados que o SINDJA é um sindicato instalado nos moldes mais modernos do sindicalismo mundial e que não buscamos as tais verbas governamentais para podermos existir.
Quem nos faz existir é a Constituição Federal e as reiteradas decisões do STJ e do STF e não os caprihos do MTE-Ministerio do Trabalho e sua arrecadação de "Contribuições Sindicais", um imposto que so tem servido para tirar um dia de trabalho dos que são descontados e para financiar ações mal esculpidas que merecem ser avaliadas pela CGU- Controladoria Geral da União e pela Procuradoria Geral do Trabalho-Minsterio Publico do Trabalho.
Ao que consta, o dinheiro arrecadado com essas contribuições pelos sindicatos que tem a "chancela" ( sim, apesar de que chancelar sindicatos é proibido pelo Artigo 8º da CF) do MTE so tem servido para eleger politicos pelegos e fazer barulho dizendo que protegem "tralhadores".
Isso não inclui o SINDJA, que sempre disse e lutou , para jamais ser visto como sindicato pelego e de "carroceria de trio elétrico".Assim existimose lutamos.

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