SIGA POR E-MAIL

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Ministro do Supremo beneficiou a si próprio ao paralisar inspeção do CNJ


21/12/2011-06h01

Ministro do Supremo beneficiou a si próprio ao paralisar inspeção do CNJ

O jornal Folha de São Paulo, publicou e nós reproduzimos a noticia. 

Folha publicou em < http://www1.folha.uol.com.br/poder/1024349-ministro-do-supremo-beneficiou-a-si-proprio-ao-paralisar-inspecao.shtml > e o SINDJA, por um lado, muito consternado republica a noticia.

Por outro lado, o SINDJA regozija-se, porque isto mostra o quanto o poder judiciário empobrecido deixa de oferecer  a segurança que empresas e cidadãos buscam quando têm conflitos,principalmente os patrimoniais ,que envolvem muito dinheiro, a dignidade, a existência e permanência de empresas no mercado, a credibilidade de empresas e pessoas físicas e por fim o sigilo necessário.

Diante dessa realidade, abre-se uma enorme porta para os bons juízes arbitrais, as boas instituições arbitrais, trabalharem e auferirem significativos honorários!

Leia a matéria da Folha sobre  o honorável ministro Enrique Ricardo Lewandowski e veja sua foto:

                                                                  Sua Excelência o Ministro Lewandowski






“O ministro do Supremo Tribunal Federal  Ricardo Lewandowski está entre os magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo que receberam pagamentos que estavam sob investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), informa reportagem de Mônica Bergamo, publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

Antes de ir para o STF, ele foi desembargador na corte paulista.

Anteontem, último dia antes do recesso, o ministro atendeu a pedido de associações de juízes e deu liminar sustando a inspeção.

Por meio de sua assessoria, Lewandowski disse que, apesar de ter recebido os recursos, não se sentiu impedido de julgar porque não é relator do processo e não examinou o mérito --apenas suspendeu a investigação até fevereiro.

A corregedoria do CNJ iniciou em novembro uma devassa no Tribunal de Justiça de São Paulo para investigar pagamentos que alguns magistrados teriam recebido indevidamente junto com seus salários e examinar a evolução patrimonial de alguns deles, que seria incompatível com sua renda.

Leia mais na edição da Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas.

<>
Editoria de Arte/Folhapress



Nenhum comentário:

Postar um comentário