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terça-feira, 2 de agosto de 2011

SINDJA RECEBE DENÚNCIA: PERSEGUIÇÃO A TRIBUNAIS ARBITRAIS

Autoridades que deveriam estar cuidando dos interesses maiores de uma sociedade,por vaidade, por mera falta do que fazer ou ainda movidas por amizades e conchavos pessoais,em todo o país, têm,por vezes, esccorregado na casca da banana. 
em uma importante cidade do interior de São Paulo, a mais desenvolvida unidade da federação, autoridades só não meteram na cadeia um profissional da arbitragem porque durante o inquérito policial que fora decretado o delegado da cidade presidiu o inquérito sem se deixar envolver pelos arroubos maquiavélicos de pessoas que, nitidamente,demonstravam preconceito,inveja pela ocupação de lacuna deixada por elas próprias na sociedade em que vivem.
Como verdadeiros zumbis partiram para cima de uma instituição arbitral que começava a mexer com algum setor da eonomia local.para tanto, acionaram o Ministério Público e o Poder Judiciário, que, por sua vez "manda", muitas vezes sem pensar nas consequencias desastrosas e irreparáveis que pode causar ao atender pedidos liminarmente,mesmo que advindos de entidade classista.
Ser juiz é mais que passar em concurso público e muito mais do que fazer parte de uma corporação ao estilo medieval.
O SINDJA repudia com total veemência os atos meramente provocadores de escandalos e que prestam desserviço à arbitragem expondo ao ridículo a nobre instituição da arbitragem, na qual, um dia, muitos que se aposentam nos poderes públicos buscam refúgio.
O SINDJA ao ler o relatório do inquérito aberto contra o tribunal arbitral e seus dirigentes,revoltou-se.Todavia, restou o alento assentado na independencia e firmeza ccom que o Delegado de Polícia da cidade o realizou.Informa o douto delegadoao magisttrado da comarca que, nada encontrou que inciminasse a instituição e/ou seus dirigentes a não ser algumas semelhanças em palavras ou terminologias usadas como: "processo" em lugar de Procedimento,como desejam os perseguidores. 
Não estão errados em pedir que se troque o nome processo (até mesmo porque essa palavra,para quem é mesmo juiz arbitral, é contentora de más energias.Há processos que são criminais e crime não compensa nem para o magistrado).
Realmente, têm toda razão e é o que o SINDJA determina em seu regramento, que chamemmos de Procedimento porque é algo mais humano, cidadão,respeitável até.
A Arbitragem existe, exatamente, para excluir o poder público dos conflitos parimoniais, que é onde está o dinheiro, os recursos, o alvo de cobiça de todos os respirantes humanóides sobre a terra. Isto porque não há alma que suporte e muito menos capital,esperar por anos a fio por uma decisão que muitas vezes supera o tempo de vida dos litigantes.
Contrapor-se a Arbitragem é contrapor-se à própria ordem pública.
Certamennte que há estelionatários,pessoas de mente criminosa,atuando sob a capa da arbitragem.Fácil identificá-los: Buscam ser  "oficiais",parecidos com orgãos públicos e arrogantes.
Mas há,também, os que por simplicidade de estilo e excesso de ânimo parecem querer ser oficiais.mas somente parecem e ai podem ser confundidos.Neste caso inncluui-se o tribunal arbitral que foi vítima de abusos de autoridade no interior de São Paulo.
O caso ao qual nos referimos ainda pode vir ser objeto de denúncia ao CNJ e pedido de abertura de inquérito no MP do estado de São Paulo e até mesmo junto a entidade de classe responsável pelo circo armado naquela cidade contra instituição arbitral.
Informamos que o SINDJA está acompannhando esse e outros casos e vai se manifestar muito em breve!
Assim como denunciamos os abusos cometidos por maus e indignos que dizem operar a arbitragem, o fazemos contra quem mexe com os que não merecem ser detratados como acontece muitas vezes,como ja aconteceu no Rio de Janeiro, em que uma entidade de classe atrevés de conluio com um ex jornalista famoso  e detentor de poder dentro de grande emissora de Tv tentou criar um novo Joaquim da silva XAVIER,dentro da arbitragem, chegou a buscar enntrevista com o presidente do SINDJA, editou a entrevista e publicou somente a parte em que o presidente falava que o SINDJA é cotra os que submetem a arbitragem à desmoralização.Aproveitou muito bem  a edição e como verdadeiro MESSIAS,contribuiu com os que posavam de arautos da moralidade à época,ano 2005.
Ato contínuo e o presidente do SINDJA tomou as providências que culminaram com revelaçoes de que aquele tão nobre jornalista era vinculado ao crime organizado e o tal acabou perdendo seu emprego de anos naquela emissora,da qual dependia seu prestígio e " poder" que julgava ter, para brincar com vidas.
No entender do presidente do SINDJA, " Agindo D'us, quem impedirá ?" é a tônica de suas decisões no exercíciio da presidência do sindicato.
Para tanto, faz público que, o SINDJA e seus associados e/ou conveniados não têm qualquer vínculo ou semelhança com qualquer poder público.
Na verdade, Arbitragem é um poder paralelo, porque a Lei 9.307/96 confere "munus público" às decisões emanadas da vontade das partes.Arbitragem por si só é soberana e isso irrita os incompetentes.
Lamentavelmente muitos se enredam em situações como essa do interior de São paulo por causa do seu entusiasmo ao exercerem os atos arbitrais legais ,previstos na Lei 9.307/96.
Basta que se atenham à propria lei 9.307/96
 e saibam manuse-a-la e podem manndar os intrusos invejosos calarem suas bocaas e buscarem mais o que fazer.
O SINDJA está de ôlho!

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