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terça-feira, 4 de agosto de 2015

BRASIL NÃO TEM PODER PARA IMPEDIR EXISTÊNCIA DO SINDJA

A EXISTÊNCIA DO SINDJA É CASO DE REPRESENTAÇÃO CONTRA O GOVERNO DO BRASIL NA OIT , NA CORTE INTERNACIONAL  PORQUE A COBRANÇA DE PROPINA, É UM ACINTE A TUDO QUANTO O MUNDO CONHECE E O PRÓPRIO STF TEM COMO VÁLIDO EM REALAÇÃO A SINDICATOS.
LAMENTAVELMENTE, O BRASIL PTralha, PSEUDO SOCIALISTA, SEGUIDOR DE FÓRMULAS POPULISTAS INIDÔNEAS E UTÓPICAS,JÁ COMPROVADAMENTE FADADAS AO FRACASSO COMO A HISTÓRIA MOSTRA, COBROU PROPINA (PITCHULECO) PARA ENTREGAR O REGISTRO DO SINDJA, REALIZOU MANOBRAS DE LOBBIES DENTRO DO JUDICIÁRIO TENDO, INCLUSIVE, TRANSFERIDO NOSSO PROCESSO DA JUSTIÇA FEDERAL PARA A JUSTIÇA DO TRABALHO QUE CHAMAM DE “JUSTIÇA OBREIRA”, UM ACINTE AO CAPITAL,AO INVESTIMENTO, À LIVRE INICIATIVA, ÀS VERDADEIRAS LIBERDADE E DEMOCRACIA, ONDE FIZERAM UM JULGAMENTO E EM SEGUIDA DESFIZERAM E ALGUM DOUTO MAGISTRADO “PEDIU VISTAS”, MUDANDO O RUMO DO LÓGICO  E O NOSSO ADVOGADO, CALOU-SE!
NADA SABEMOS SOBRE OS ATOS PRATICADOS POR NOSSO ADVOGADO NO PROCESSO, ESPERAMOS O MELHOR MOMENTO PARA COBRARMOS QUEM NOS DEVE SATISFAÇÕES. BREVE IREMOS À CORTE INTERNACIONAL E À OIT !
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

CORTE DE ARBITRAGEM TAMBÉM NO ESPORTE





CORTE DE ARBITRAGEM TAMBÉM NO ESPORTE

Diferentemente da situação do Brasil, onde há “Tribunal Desportivo” ou Justiça Desportiva” e tudo no âmbito do poder judiciário, do poder público, na maioria dos países isso é coisa do passado e até no Marrocos, país islâmico, mas com a característica de ser uma monarquia bastante ocidentalizada por haver sido colonizado por franceses e manter laços muito estreitos com a Europa, muitos de seus conflitos, em várias áreas, são resolvidos extrajudicialmente em Corte Arbitral, como comenta a notícia que circulou nas redes sociais por grandes sites do mundo e aqui a transcrevemos aos nossos visitantes.
Arbitragem só não funciona onde as pessoas têm a mente voltada para o “oficialismo” e para a estatização de tudo engessando a própria vida.
Leia à seguir:

 
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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

ARBITRAGEM SÓ NÃO CONTENTA QUEM NÃO A CONHECE E NÃO TEM PREPARO


Abaixo transcrevemos post de blog destinado a polemizar e depurar a arbitragem no Brasil, deixando claro que, a posição do SINDJA é bastante semelhante as defendidas por esse blog, haja vista o conteúdo de nosso estatuto social e do regimento interno que dispõem sobre muitos aspectos que selecionam bastante os pretendentes a receberem, meramente, ”carteiras de juiz”.
A nossa luta enquanto entidade arbitral mas congregadora de valores profissionais é grande, iniciou em 2003 e ainda vai longe!
Nós não buscamos reconhecimento como “profissão” como imaginam alguns temerosos da concorrência, mas somos, sim, categoria econômica e ativa e há muitos de nós, ganhando a vida, muito dinheiro, com Conciliação e sentença homologatória e Arbitragem com sentença decisória condenatória.
Urge que os “intelectuais” pensem melhor e saibam que, hoje, há ministros de tribunais superiores que integravam ( seus escritórios continuam) a categoria economicamente ativa, dos árbitros previstos na lei 9.307/96 que, para diferenciar-nos dos árbitros de futebol, esbarramos na vaidade e ignorância dos “doutos“ bacharéis em direito e alguns magistrados zelosos que, em nada contribuem para fazerem a máquina do judiciário atender quem lhes paga, o contribuinte, o cliente. Ainda há muito o que aprenderem!
Sempre lembramos que, a expressão “juízes Arbitrais” não foi de nossa autoria mas, da verdadeiramente douta ministra Fátima Nancy Andrighi e isto consta dos anais do seu tribunal!
Debates doutrinários a parte, vamos ao artigo do bLEX.
Vamos apreciar a sentença que produziu orgulho no Dr.Daniel Nogueira, fundador do bLEX e que foi utilizada para  punir aqueles que nós achamos que devem, de fato, ser punidos.
A posição do SINDJA é clara: Analfabeto não pode ser árbitro, nem de futebol!

                  Leia abaixo.
   

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

CNJ e STF sob nova direção falam em Conciliação que nada mais é que Arbitragem

               


 “Nós,também temos um sonho!”
Assim, parafraseando Martin Luther King,  finaliza seu discurso como presidente do STF e CNJ o doutor Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal recém empossado na presidência de ambos os órgãos.
Todos os Juízes Arbitrais do Brasil, principalmente os fundadores do SINDJABRASIL-Sindicato nacional dos Juízes Arbitrais do Brasil, também, temos um sonho.
Nosso sonho nada mais é que, ver respeitado o nosso Direito de nos unirmos em sindicato que, se não por categoria profissional, como alegam alguns adversários ao dizerem que juiz arbitral não é profissão, mas somos categoria econômica e  aqui, pelo nosso sonho, indicamos aos doutos magistrados que melhor se informem de que há sindicatos de categorias econômicas e esse é o caso dos juízes arbitrais, unidos, para auferirem rendimentos econômicos, seus sustentos e de suas famílias ,podendo, diferentemente dos magistrados empregados do poder público republicano, cobrarem por seus serviços.
Em boa hora transcrevemos o inteiro teor do discurso de posse do excelentíssimo senhor ministro Ricardo  Lewandowski ao assumir o STF e neste caso, o CNJ no dia 10 de Setembro próximo passado.
Em seu discurso notam-se palavras que já fazem parte da realidade da atual conjuntura pela qual passa o Brasil, as quais grifamos em cores azul e vermelho no texto integral abaixo publicado, após esta introdução que aqui escrevemos.
Selecionamos alguns trechos e os postamos abaixo isoladamente, para que todos reflitam sobre o que teremos pela frente.
Lembramos que, o SINDJA sofre ataques de lobistas donos de instituições arbitrais que vivem de política e aparições e conchavos com órgãos públicos e tem tido seu processo para finalização do registro sindical bastante conturbado porque:
1) Ao fundarmos o SINDJA tornamo-nos o que pode haver de mais “oficial” em termos de Arbitragem, como é do gosto do brasileiro por coisas “oficiais” e com isso batemos de frente com muitos “cardeais” da arbitragem;

2) Nos manifestamos contra  a “Contribuição Sindical” que é obrigatória e mero imposto mascarado, cujo valor seria exorbitante, quando pensamos em assalariados que recebem um único salário mínimo por mês e perdem um dia de seu salário para financiar mais que sindicatos, as “Centrais Sindicais” atreladas a partidos políticos;
3) Nos posicionamos contra a ingerência do Estado e de partidos políticos e contra a criação do pretendido “Conselho Federal do Profissionais de Arbitragem” ou coisa semelhante proposta que tramitou na Câmara dos Deputados e colocava a instituição arbitral de um ex desembargador como a instituição que geriria e formaria as diretorias do conselho federal e dos conselhos estaduais, o que acirrou o lobby contra o SINDJA;

4)Sobre o SINDJA, nosso presidente redigirá, em breve, outro post. Aguardem !

Quem realmente conhece Direito sabe que o SINDJA existe de fato e de direito e só deixaria de existir se maiores manobras fossem realizadas e grandes mudanças nas leis fossem implementadas visando, exatamente, liquidar o SINDJA.

5)Quanto ao que se deve extrair do discurso do atual presidente do STF e CNJ é o que segue, o principal é:
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